A edição da Bienal em 2027 propõe, através do lema “Djidiundadi — Intemporalidade e Utopias”, uma reflexão profunda sobre o papel do artista enquanto guardião da memória, transmissor de conhecimento e agente de transformação social. A palavra Djidiu, termo utilizado na Guiné-Bissau para designar o Griot, remete-nos para uma figura central nas sociedades tradicionais da África Ocidental, particularmente no seio das civilizações Mandinga, Fula ou Bambara, onde estes músicos, poetas e cronistas assumiam a responsabilidade de preservar e transmitir a história, os valores, a filosofia e a identidade dosseus povos.

A Fundação Bienal MoAC Biss abre candidaturas para a segunda edição da Bienal MoAC Biss 2027 em quatro (4) áreas curatoriais:

 – Conferências e Políticas Públicas

 – Artes Performativas e da Imagem em Movimento

  – Literatura

 – Artes Plásticas e Visuais

Para ter mais informações visite o edital através do link AQUI 

Para se candidatar pode aceder o link AQUI 

 

Nossas ações têm sido de agregar mais parcerias. Posicionar-nos perante o mundo artístico-cultural contemporâneo e de eventos internacionais. Nessa senda, a Bienal de Bissau através de vários esforços acaba por integrar a BienarSur – Bienal Internacional de Arte Contemporânea da América do Sul – cujas atividades se distribuem ao nível dos cinco continentes, enfatizando assim o respeito pelas singularidades e pela diversidade, redefinindo posições tradicionais, complexificando relações, recuperando tradições e estabelecendo novas ligações entre espaços.

Dedicado à arte, cultura e pensamento contemporâneos, BienalSur é descentralizado, democrático, horizontal e humanista, abordando as mais diversas questões da nossa época. É também o maior evento cultural em atividade, abrangendo uma rede de 130 espaços em 76 cidades de 34 países nos cinco continentes. Agora a Guiné-Bissau está inserida nesta rede através da Bienal MoAC Biss, criando oportunidades de formação e mobilidade para artistas, produtos e produtores, contribuindo assim para a afirmação do país no panorama mundial da arte contemporânea.

O acordo de parceria assinado entre as duas instituições passam por desenvolvimento de ações conjuntas nas áreas da formação, assistência curatorial e mobilização de recursos, de forma a estabelecer práticas que serão realizadas no âmbito das atividades da segunda BIENAL MOAC BISS a acontecer durante todo o mês de maio, sob lema Djidiundadi: Intemporalidade e Utopias e a sexta edição da BIENALSUR, sem uma temática preestabelecida e com metodologia convocatória aberta e livre, a acontecer de junho a dezembro, ambos em 2027.

Este marco constitui uma grande responsabilidade para a Bienal de Bissau e ao mesmo tempo para todos os artistas que pretendem demonstrar os seus trabalhos além fronteira.

Para a Bienal de Bissau 2027 cujo lema Djiudiundi – Intemporalidade e Utopias, apresentamos a Nota Conceptual, um documento orientador fundamentado nos ideais da MoAC Biss e ao mesmo tempo voltado para as ações que guiarão a organização do próprio evento. Convidamos a todas as pessoas a consultarem o documento através do link como forma de estarem a par da concepção e de toda a estruturação curatorial.

“A BIENAL DE ARTE E CULTURA DA GUINÉ-BISSAU nasce da necessidade de promover a arte contemporânea guineense através da realização de eventos culturais de grande envergadura, de criar oportunidades de formação e mobilidade para artistas, produtos e produtores, e de dinamizar debates públicos em torno de políticas que contribuam para melhorar o ecossistema cultural e da economia criativa do país. Assim, pretende também reforçar a internacionalização da Guiné-Bissau como palco de grandes eventos culturais.

A edição da Bienal em 2027 propõe, através do lema “Djidiundadi — Intemporalidade e Utopias”, uma reflexão profunda sobre o papel do artista enquanto guardião da memória, transmissor de conhecimento e agente de transformação social.

A palavra Djidiu, termo utilizado na Guiné-Bissau para designar o Griot, remete-nos para uma figura central nas sociedades tradicionais da África Ocidental, particularmente no seio das civilizações Mandinga, Fula ou Bambara, onde estes músicos, poetas e cronistas assumiam a responsabilidade de preservar e transmitir a história, os valores, a filosofia e a identidade dos seus povos.”

Este catálogo é produzido no âmbito da primeira Bienal de Mostra de Arte e Cultura da Guiné-Bissau 2025, sob lema MANDJUANDADI- IDENTIDADES EM LIBERDADE. Um produto vivo da memória histórica e visual de tudo o que aconteceu durante a programação da Bienal de Bissau no ano de 2025. Convidamos a todos a comprarem de modo a poderem estar mais próximos. Para a aquisição desta obra comente nesta publicação e faremos o devido seguimento.

“A Guiné-Bissau possui um rico, diversificado e dinâmico mosaico cultural. As cosmovisões alicerçadas nas tradições populares dos diferentes grupos étnicos geraram e moldaram vivências, práticas, saberes, rituais, manifestações, festividades, linguagens, expressividades e criações artísticas em diferentes contextos espaciotemporais, cujos ativos transportam grande valor simbólico e constituem a matriz do que se designa por “guinendadi”.

A MoAC Biss assume-se como um mecanismo de mobilização de visões, objetivos, resultados e ações capazes de produzir mudanças na forma como é abordada a arte e a cultura, um mecanismo que assenta num processo de diálogo que resulte na construção de estratégias múltiplas, tanto na caracterização setorial como na definição dos eixos estratégicos prioritários, partindo do potencial produtivo, económico e da disponibilidade e circulação dos produtos e produtores culturais nos mercados nacionais e internacionais. 

A concretização desse programa só é possível graças ao somatório de parcerias estratégicas estabelecidas ao nível do sector privado e da cooperação bi/ multilateral, que em muito contribui para a mobiliza- ção dos equipamentos necessários, para a deslocação de artistas e pensadores globais à Guiné-Bissau e para que as ações da Bienal possam ter a cobertura e divulgação necessárias.”

 

Nos dias 25, 28, 29 e 30 de Maio, decorre em Lisboa o Colóquio em torno do legado intelectual, político e cultural de Mário Pinto de Andrade, figura central do pensamento anticolonial africano, fundador do MPLA, ensaísta, etnógrafo, tecelão de redes transnacionais entre África, Europa e as diásporas negras. Para mais informações, descarregue aqui o programa completo do evento em PDF e livro de resumos também em PDF aqui.

 

A Fundação MoAC Biss tem o prazer de convidar o público guineense, jornalistas, associações culturais, criadores e produtores culturais, artistas e amantes de arte e cultura, para a inauguração da exposição Mostra de Materiais Diversos, no âmbito da residência artística Kaminhus di Arti – Memória, Produções e Movimento, no dia sábado, 9 de maio, às 17h:00, na Tiniguena, Bissau.

Assinalando os 50 anos da independência dos PALOP, “Kaminhus di Arti” propõe uma reflexão crítica e criativa sobre os caminhos decoloniais já trilhados e os futuros possíveis, convocando a arte como espaço de pensamento, memória e transformação.

Sob a curadoria de Bárbara Wahnon, Rita de Matos e Welket Bungué, e inspirada na figura do Djidiu — guardião da oralidade, da história e da transmissão da cultura — a residência artística de 3 semanas, desenvolve processos que cruzam performance, som, imagem, texto e artes plásticas, afirmando práticas artísticas enraizadas na relação com o território e com o coletivo.

A exposição apresenta os resultados deste processo, reunindo cinco artistas multidisciplinares — três artistas internacionais convidados com percurso consolidado, entre os quais, Kimi Djabaté (Djidiu, Músico, Guiné Bissau), Melissa Rodrigues (Artista visual, Arte-educadora, Artista performer, Cabo Verde) e António Tavares (Coreógrafo, Artista performer, Agitador Cultural, Cabo-Verde) e dois artistas nacionais emergentes e residentes na Guiné Bissau, selecionados através de uma open-call, entre os quais, a dupla Ismael Cassamá & Idumo Ricardo L. Costa (Teatro, Artista performer, Dança) e Quimenaghalo Catinimbo (Artesã Têxtil, Artes Plásticas) — num diálogo intergeracional que atravessa linguagens, experiências e geografias.

Este projeto integra o programa de preparação da Bienal de Bissau 2027 e conta com o financiamento da Fundação Calouste Gulbenkian e apoio do Instituto Camões.

Contamos com a sua presença para celebrar este momento.

A Equipa do Projeto Kaminhus di Arti

A Bienal de Arte e Cultura da Guiné-Bissau — MoacBis apresenta a Comissão de Honra da sua 2ª edição, reunindo um conjunto de personalidades de reconhecido mérito nas áreas da cultura, pensamento, investigação e criação.

Composta por escritores, investigadores, economistas, artistas e profissionais de diferentes geografias, a Comissão de Honra reflete a dimensão plural e transdisciplinar que orienta a Bienal. Os seus percursos e contributos, marcados por experiências diversas, acrescentam valor crítico e simbólico a este encontro internacional.

Mais do que uma instância representativa, a Comissão de Honra afirma-se como um espaço de convergência de visões e sensibilidades, contribuindo para o fortalecimento do posicionamento da Bienal enquanto plataforma de diálogo, reflexão e produção cultural contemporânea.

Ao integrar vozes provenientes de diferentes contextos, a Bienal MoacBis reforça o seu compromisso com a construção de pontes entre territórios, saberes e práticas, promovendo a cultura como ferramenta de pensamento e transformação social.

Fundação Bienal MoAC Biss

Mário Pinto de Andrade foi uma das principais figuras das lutas pelas independências dos países africanos colonizados por Portugal. Com um percurso político e cultural notável, marcado por um compromisso revolucionário pan-africano que ultrapassava as fronteiras de Angola, país em que nasceu, publicou obras seminais sobre a cultura, a literatura e a história política da época de que foi um dos principais protagonistas.

A articulação entre luta política e criação cultural é central na sua obra. Como escreveu, em 1966, “No clamor das armas que, nos nossos dias, rasgam a secular noite colonial, jovens poetas militam no próprio coração das matas. Realizam a necessária síntese entre o engajamento político e a necessidade inelutável de dizer o verdadeiro, o justo, o belo.”

Deste modo, antecedendo a celebração do centenário do nascimento desta figura maior da “Geração de Cabral”, a Casa da Cultura da Guiné-Bissau (CCGB), a Associação de Amigos de Mário Pinto de Andrade e Sarah Maldoror, o Centro de Intervenção para o Desenvolvimento Amílcar Cabral (CIDAC), a Fundação Bienal MoAC Biss e o Centro de Estudos Internacionais-ISCTE unem-se para coorganizar um Colóquio de evocação do seu legado cultural e político, no espírito da intersecção entre cultura e política que sempre defendeu.

DETALHES IMPORTANTES:

Evento: Colóquio sobre o Legado Cultural e Político de Mário Pinto de Andrade

Objectivo Geral: proporcionar um espaço de reflexão em torno do legado cultural e político de Mário Pinto de Andrade, através de releituras das suas obras e de análises críticas do seu percurso enquanto militante revolucionário, com papel determinante no combate ao colonialismo português em África.

Datas: 25, 28, 29 e 30 de Maio de 2026

Locais: Centro de Intervenção para o Desenvolvimento Amílcar Cabral (CIDAC), Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (FDUL) e MBONGI 67 (Lisboa, Portugal)

Conferência de abertura: Jean-Michel Mabeko Tali (Universidade de Howard, Estados Unidos da América) | Conferência de encerramento: Inocência Mata (Faculdade de Letras e Centro de Estudos Comparatistas da Universidade de Lisboa)

Apoios: Maison des Mondes Africains, Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, Mbongi 67 …

No dia 11 de maio realiza-se, em Bissau, o Lançamento da segunda edição da BIENAL de Arte e Cultura da Guiné-Bissau – MoAC Biss 2027. Nesta edição cujo lema é DJIDIUNDADI – INTEMPORALIDADE E UTOPIAS propõe-se uma reflexão profunda sobre o papel do artista (Djidiu) como guardião da memória, transmissor de conhecimentos e agente de transformação social. O conceito de djidiundadi é convocado enquanto exercício contínuo de transmissão intergeracional de saberes; de ligação à dimensão ancestral presente nos rituais de transição de classes de idade, tanto por via da música, como da performance. O papel do artista enquanto entidade que incarna uma continuidade histórica, ligando o presente às raízes profundas da civilização africana e aos seus sistemas próprios de conhecimento, é uma das dimensões a ser projetada.

Durante o evento proceder-se-á à apresentação dos resultados da Residência Artística “Kaminhus di Arti” e ao lançamento do Catálogo da Bienal MoAC Biss 2025. O programa da sessão inclui ainda a apresentação do teaser e do programa da 2ª edição da Bienal 2027; a apresentação dos primeiros cabeças de cartaz já confirmados, e contará com a intervenção dos representantes da Comissão de Honra, da Coordenação e dos Curadores.


FUNDAÇÃO BIENAL MOAC BISS

Kaminhus di Arti – Memória, Produções e Movimento é uma residência artística multidisciplinar que assinala os 50 anos da independência dos PALOP com uma proposta crítica e criativa sobre os caminhos decoloniais já trilhados e os futuros possíveis.

A residência toma como ponto de partida a figura do Djidiu — símbolo de continuidade histórica, guardião da memória e mediador poético transgeneracional — como metáfora conceptual e metodológica para investigar as independências dos PALOP. Por duas edições de 3 semanas, convidamos 3 artistas consagrados e de referência internacional, praticantes transdisciplinares nas áreas da performance, música, som, vídeo, instalação e investigação artística situada, para coabitarem neste espaço de criação com 2 artistas locais emergentes (individuais ou colectivos). Cada artista é convidado, com as suas ferramentas e linguagens, a interagir com a herança Djidiu a nível formal, social e político.

Em termos metodológicos, a Residência proporciona um laboratório de criação e reflexão baseado na escuta ativa, práticas éticas de investigação artística, educação entre pares e mentoria intergeracional. Ancorada em práticas interativas comunitárias entre os artistas participantes e as gentes e locais definidos para a investigação, a residência visa a exploração da performatividade da memória histórica formal, a subjetividade da memória individual e a consciência do corpo enquanto veículos que produzem epistemologias alternativas e de resistência.

A curadoria conta com a direcção científica e artística de Welket Bungué, Rita de Matos e Bárbara Wahnon, em articulação com a Fundação Bienal MoAC Biss. O projecto enquadra-se no programa de preparação da Bienal de Bissau 2027, onde haverá uma mostra dos resultados, e conta com o apoio financeiro da Fundação Calouste Gulbenkian.

Estão previstas duas Mostras de Arte abertas ao público, com os registos dos processos criativos dos artistas participantes, a acontecer no último dia de cada edição — Maio de 2026 e Fevereiro de 2027, respectivamente.

O trabalho de pesquisa e criação será acolhido por diferentes espaços culturais parceiros, em Bissau (Tiniguena, Espaço Camões, Espaço Ur-Gente, Centro Cultural Netos de Bandim) e fora de Bissau (Mediateca Abotcha, em Malafo).

Nesta 1ª Edição da Kaminhus di Arti – Memória, Produções e Movimento que ocorre entre Abril e Maio deste ano, contamos excepcionalmente com 6 artistas, pois selecionámos um duo de artistas emergentes de Bissau. Assim sendo, entre os participantes contamos com três artistas convidados de renome internacional, e três emergentes da Guiné-Bissau, sendo que, no total, quatro dos seis artistas são de nacionalidade guineense.

Eis os artistas participantes da 1ª Edição da Residência Artística KAMINHUS DI ART:

Melissa Rodrigues (Cabo Verde, Portugal)
Melissa Rodrigues é uma artista visual, curadora, performer, programadora, arte-educadora e investigadora luso-cabo-verdiana, nascida na cidade da Praia em 1985 e com base de vida em Portugal. Formada em Antropologia e em Performance Art, a sua obra e pesquisa centram-se nas áreas da performance e cultura visual, com um foco específico na imagem e representação do corpo negro e das subjetividades negras afrodiaspóricas. Colabora com artistas, espaços independentes e instituições culturais na criação e concepção de projetos de artes visuais e performativas. É co-fundadora da UNA – União Negra das Artes.

Kimi Djabaté (Guiné-Bissau, Portugal)
Kimi Djabaté é um músico multi-instrumentista (guitarra, percussão, balafon) e djidiu (griot), considerado um dos talentos mais excepcionais de África.  Nascido em 1975 na tabanca de Tabató, no Leste da Guiné-Bissau, no seio de uma família de griots, é conhecido pela sua sonoridade única. As suas canções abordam temáticas sociais e humanas como a liberdade, a justiça social, os direitos das mulheres e das crianças, o combate à pobreza ou a importância da educação. Atualmente baseado em Lisboa, Djabaté já colaborou com artistas como Mory Kanté, Waldemar Bastos, Netos de Gumbé e mais recentemente com a estrela pop Madonna no single “Ciao Bella”.

António Tavares (Cabo Verde)
António Tavares é coreógrafo, bailarino, investigador, músico, desenhador e agitador cultural. Considerado uma das figuras-chave na história da dança contemporânea, defende que a dança, mais do que performance artística, é filosofia, política e utopia. Como bailarino do Grupo Mindel Stars, fez a sua primeira digressão internacional em 1986, atuou na Holanda, Senegal, França e Macau. Trabalhou com vários coreógrafos portugueses, desenvolveu o seu próprio trabalho seguindo uma linha de criação afro-contemporânea. Já partilhou palcos com criadores como Pina Bausch, Bebe Miller entre outros. Tem a seu cargo a direção artística do Centro Cultural do Mindelo e do espaço Bombu Mininu, na ilha de São Vicente, em Cabo Verde.

Quimenaghalo Catinimbo (Guiné-Bissau)
Quimenaghalo Catinimbo (28) é natural de Caiomete, na região de Cacheu, é artesã de têxteis e artista visual. Catinimbo constrói o seu percurso entre a formação como educadora, e a prática do artesanato, à qual se dedica desde 2020. O seu trabalho manual nasce do encontro entre criatividade, identidade e valorização dos saberes culturais da sua terra, afirmando o fazer artesanal como gesto de preservação, aprendizagem e expressão comunitária.

Ismael Gomes Cassamá & Idumo Ricardo Lopes da Costa (Guiné-Bissau)
Ismael Gomes Cassamá (23 anos)  e Idumo Ricardo Lopes da Costa (24 anos) formam um duo artístico guineense cuja criação atravessa corpo, palavra e imagem. Formados pelo Ur-GENTE — Centro de Artes Cénicas Transdisciplinar de Bissau, apresentaram trabalhos no Festival Internacional de Teatro em Bissau, na Mostra Transborda em Almada (Portugal) e em Cassamance (Senegal). Idumo Ricardo foi distinguido em segundo lugar num concurso de artes plásticas financiado pela União Europeia.

Fiquem atentos e acompanhem tudo através dos nossos canais oficiais e das nossas redes sociais.

A Equipa do Projeto KAMINHUS DI ARTI