PROPOSTAS PARA UMA POLÍTICA CULTURAL ESTRUTURANTE E INCLUSIVA
Este Manifesto nasce da escuta, da prática e do compromisso de todas e todos que participaram nesta Bienal.
Durante um mês inteiro de atividades, a Iª Bienal de Arte e Cultura da Guiné-Bissau contou com a presença 50 artistas internacionais de 17 nacionalidades, e as atividades realizadas se desdobraram em 5 conferências, 8 djumbais com arte e 1 sessão de fazer saber com sabor; 1 atelier de validação e lançamento de um curso profissional; 5 concertos musicais; 3 espetáculos de teatro, 6 exibições de filmes; 3 manifestações populares em 3 bairros; 4 sessões de lançamento de livros sendo 1 inédito, 1 apresentação do livro, 2 workshops literários, 1 concurso de slam; 1 exposição de artes plásticas e visuais, 1 mural apresentado na cidade de Bissau; 1 conversa sobre arte visual plástica; 1 visita ao mercado e conversa com vendedoras sobre a arte e cultura; 3 visitas acompanhadas às exposições com os alunos de jardim infantil, primária e secundária.
E aqui declaram, com voz clara: a cultura é um motor de desenvolvimento, um direito fundamental que deve ser garantido pelo Estado.
Para continuar o processo de tornar a Cultura como motor de desenvolvimento, apresentamos ao Governo, ao setor privado, à sociedade civil e às instituições de cooperação internacional este conjunto de propostas concretas para colocar a cultura no centro da construção de um país justo, criativo, plural e inclusivo:
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FUNDAÇÃO BIENAL MOAC BISS
NOTA:
– Texto: coordenação da Bienal MoAC Biss
– Design Gráfico: Vagné Lima
– Foto da Capa: Lara Pereira
– Publicação: Mamadu Alimo Djaló


