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	<title>Fundação Bienal MoAC Biss, Autor em Bienal MoAC B i s s</title>
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	<description>A FUNDAÇÃO BIENAL MoAC Biss “Mostra de Arte e Cultura da Guiné-Bissau” para as Artes Plásticas, Performativas e Cénicas, Literatura, Dança, Música, Políticas Públicas Culturais, é uma pessoa coletiva privada, dotada de personalidade jurídica, sem fins lucrativos.  Fins e Visão da Fundação  — Promover as artes performativas e cénicas que sejam expressas nas formas de criação, apresentação e produção das artes performativas, cénicas e literatura; o intercâmbio internacional com artistas, técnicos, criadores, apresentadores e produtores das artes performativas e cénicas; a formação e o empoderamento de profissionais das artes performativas e cénicas tanto como artistas e técnicos, quanto como criadores, apresentadores, produtores e administradores das artes; e a educação em artes performativas e cénicas dirigida a crianças, adolescentes, jovens e população geral.</description>
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		<title>CHAMADA ABERTA PARA 2a Edição da BIENAL MOAC BISS 2027 &#8211;  “Djidiundadi: Intemporalidade e Utopias”</title>
		<link>https://bienalmoacbiss.org/chamada-aberta-para-2a-edicao-da-bienal-moac-biss-2027-djidiundadi-intemporalidade-e-utopias/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fundação Bienal MoAC Biss]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 19:15:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A edição da Bienal em 2027 propõe, através do lema “Djidiundadi — Intemporalidade e Utopias”, uma reflexão profunda sobre o papel do artista enquanto guardião da memória, transmissor de conhecimento [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A edição da Bienal em 2027 propõe, através do lema “Djidiundadi — Intemporalidade e Utopias”, uma reflexão profunda sobre o papel do artista enquanto guardião da memória, transmissor de conhecimento e agente de transformação social. A palavra Djidiu, termo utilizado na Guiné-Bissau para designar o Griot, remete-nos para uma figura central nas sociedades tradicionais da África Ocidental, particularmente no seio das civilizações Mandinga, Fula ou Bambara, onde estes músicos, poetas e cronistas assumiam a responsabilidade de preservar e transmitir a história, os valores, a filosofia e a identidade dosseus povos.</p>
<p>A Fundação Bienal MoAC Biss abre candidaturas para a segunda edição da Bienal MoAC Biss 2027 em quatro (4) áreas curatoriais:</p>
<p> &#8211; Conferências e Políticas Públicas</p>
<p> &#8211; Artes Performativas e da Imagem em Movimento</p>
<p>  &#8211; Literatura</p>
<p> &#8211; Artes Plásticas e Visuais</p>
<p>Para ter mais informações visite o edital através do link <a href="https://drive.google.com/file/d/1UFmoBAp4MANWcbv3lcjbMy7CcVqvxB7_/view?usp=sharing"><em>AQUI </em></a></p>
<p>Para se candidatar pode aceder o link <em><a href="https://docs.google.com/forms/d/1ieY9QZt45mAUl1ZCFi3O9rkh6I7U-VWKWTKb0yI97fA/edit">AQUI</a> </em></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-5175 aligncenter" src="https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/06/opencall-moacbiss2027-240x300.jpg" alt="" width="344" height="430" srcset="https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/06/opencall-moacbiss2027-240x300.jpg 240w, https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/06/opencall-moacbiss2027-824x1030.jpg 824w, https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/06/opencall-moacbiss2027-768x960.jpg 768w, https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/06/opencall-moacbiss2027-564x705.jpg 564w, https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/06/opencall-moacbiss2027.jpg 1080w" sizes="(max-width: 344px) 100vw, 344px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>BIENAL MOAC BISS INTEGRA A REDE DE BIENALSUR</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fundação Bienal MoAC Biss]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 12:45:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nossas ações têm sido de agregar mais parcerias. Posicionar-nos perante o mundo artístico-cultural contemporâneo e de eventos internacionais. Nessa senda, a Bienal de Bissau através de vários esforços acaba por [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nossas ações têm sido de agregar mais parcerias. Posicionar-nos perante o mundo artístico-cultural contemporâneo e de eventos internacionais. Nessa senda, a Bienal de Bissau através de vários esforços acaba por integrar a BienarSur &#8211; <em><i>Bienal Internacional de Arte Contemporânea da América do Sul</i></em> &#8211; cujas atividades se distribuem ao nível dos cinco continentes, enfatizando assim o respeito pelas singularidades e pela diversidade, redefinindo posições tradicionais, complexificando relações, recuperando tradições e estabelecendo novas ligações entre espaços.</p>
<p>Dedicado à arte, cultura e pensamento contemporâneos, BienalSur é descentralizado, democrático, horizontal e humanista, abordando as mais diversas questões da nossa época. É também o maior evento cultural em atividade, abrangendo uma rede de 130 espaços em 76 cidades de 34 países nos cinco continentes. Agora a Guiné-Bissau está inserida nesta rede através da Bienal MoAC Biss, criando oportunidades de formação e mobilidade para artistas, produtos e produtores, contribuindo assim para a afirmação do país no panorama mundial da arte contemporânea.</p>
<p>O acordo de parceria assinado entre as duas instituições passam por desenvolvimento de ações conjuntas nas áreas da formação, assistência curatorial e mobilização de recursos, de forma a estabelecer práticas que serão realizadas no âmbito das atividades da segunda BIENAL MOAC BISS a acontecer durante todo o mês de maio, sob lema <em><i>Djidiundadi: Intemporalidade e Utopias</i></em> e a sexta edição da BIENALSUR, sem uma temática preestabelecida e com metodologia convocatória aberta e livre, a acontecer de junho a dezembro, ambos em 2027.</p>
<p>Este marco constitui uma grande responsabilidade para a Bienal de Bissau e ao mesmo tempo para todos os artistas que pretendem demonstrar os seus trabalhos além fronteira.</p>
<p><img decoding="async" class=" wp-image-5147 aligncenter" src="https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/05/CONCEITO-BIENAL-2-240x300.png" alt="" width="330" height="412" srcset="https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/05/CONCEITO-BIENAL-2-240x300.png 240w, https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/05/CONCEITO-BIENAL-2-824x1030.png 824w, https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/05/CONCEITO-BIENAL-2-768x960.png 768w, https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/05/CONCEITO-BIENAL-2-564x705.png 564w, https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/05/CONCEITO-BIENAL-2.png 1080w" sizes="(max-width: 330px) 100vw, 330px" /></p>
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		<title>NOTA CONCEPTUAL DA BIENAL MOAC BISS 2027: DJIDIUNDADI &#8211; INTEMPORALIDADE E UTOPIAS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fundação Bienal MoAC Biss]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 May 2026 13:14:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para a Bienal de Bissau 2027 cujo lema Djiudiundi &#8211; Intemporalidade e Utopias, apresentamos a Nota Conceptual, um documento orientador fundamentado nos ideais da MoAC Biss e ao mesmo tempo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para a Bienal de Bissau 2027 cujo lema <em>Djiudiundi &#8211; Intemporalidade e Utopias</em>, apresentamos a Nota Conceptual, um documento orientador fundamentado nos ideais da MoAC Biss e ao mesmo tempo voltado para as ações que guiarão a organização do próprio evento. Convidamos a todas as pessoas a consultarem o documento através do<em><strong> <a href="https://drive.google.com/file/d/1zJfNXdC_Bf6NXjPac2xI9UQZaQ8WXWVS/view">link</a> </strong></em>como forma de estarem a par da concepção e de toda a estruturação curatorial.</p>
<p><em>&#8220;A BIENAL DE ARTE E CULTURA DA GUINÉ-BISSAU nasce da necessidade de promover a arte contemporânea guineense através da realização de eventos culturais de grande envergadura, de criar oportunidades de formação e mobilidade para artistas, produtos e produtores, e de dinamizar debates públicos em torno de políticas que contribuam para melhorar o ecossistema cultural e da economia criativa do país. Assim, pretende também reforçar a internacionalização da Guiné-Bissau como palco de grandes eventos culturais.</em></p>
<p><em>A edição da Bienal em 2027 propõe, através do lema “Djidiundadi — Intemporalidade e Utopias”, uma reflexão profunda sobre o papel do artista enquanto guardião da memória, transmissor de conhecimento e agente de transformação social.</em></p>
<p><em>A palavra Djidiu, termo utilizado na Guiné-Bissau para designar o Griot, remete-nos para uma figura central nas sociedades tradicionais da África Ocidental, particularmente no seio das civilizações Mandinga, Fula ou Bambara, onde estes músicos, poetas e cronistas assumiam a responsabilidade de preservar e transmitir a história, os valores, a filosofia e a identidade dos seus povos.&#8221;</em></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-5135" src="https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-ecra-2026-05-17-125638-214x300.png" alt="" width="241" height="338" srcset="https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-ecra-2026-05-17-125638-214x300.png 214w, https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-ecra-2026-05-17-125638-736x1030.png 736w, https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-ecra-2026-05-17-125638-504x705.png 504w, https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-ecra-2026-05-17-125638.png 767w" sizes="(max-width: 241px) 100vw, 241px" /> <img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5136" src="https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-ecra-2026-05-17-125729-215x300.png" alt="" width="243" height="339" srcset="https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-ecra-2026-05-17-125729-215x300.png 215w, https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-ecra-2026-05-17-125729-738x1030.png 738w, https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-ecra-2026-05-17-125729-768x1071.png 768w, https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-ecra-2026-05-17-125729-505x705.png 505w, https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-ecra-2026-05-17-125729.png 772w" sizes="auto, (max-width: 243px) 100vw, 243px" /></p>
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		<title>VENDA &#8211; CATÁLOGO DA BIENAL MOAC BISS 2025</title>
		<link>https://bienalmoacbiss.org/venda-catalogo-da-bienal-moac-biss-2025/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fundação Bienal MoAC Biss]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 13:01:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Este catálogo é produzido no âmbito da primeira Bienal de Mostra de Arte e Cultura da Guiné-Bissau 2025, sob lema MANDJUANDADI- IDENTIDADES EM LIBERDADE. Um produto vivo da memória histórica [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Este catálogo é produzido no âmbito da primeira Bienal de Mostra de Arte e Cultura da Guiné-Bissau 2025, sob lema MANDJUANDADI- IDENTIDADES EM LIBERDADE. Um produto vivo da memória histórica e visual de tudo o que aconteceu durante a programação da Bienal de Bissau no ano de 2025. Convidamos a todos a comprarem de modo a poderem estar mais próximos. Para a aquisição desta obra comente nesta publicação e faremos o devido seguimento.</p>
<p><em><span class="fontstyle0">&#8220;A Guiné-Bissau possui um rico, diversificado e dinâmico mosaico cultural. As cosmovisões alicerçadas nas tradições populares dos diferentes grupos étnicos geraram e moldaram vivências, práticas, saberes, rituais, manifestações, festividades, linguagens, expressividades e criações artísticas em diferentes contextos espaciotemporais, cujos ativos transportam grande valor simbólico e constituem a matriz do que se designa por “guinendadi”.</span></em></p>
<p><em> <span class="fontstyle0">A MoAC Biss assume-se como um mecanismo de mobilização de visões, objetivos, resultados e ações capazes de produzir mudanças na forma como é abordada a arte e a cultura, um mecanismo que assenta num processo de diálogo que resulte na construção de estratégias múltiplas, tanto na caracterização setorial como na definição dos eixos estratégicos prioritários, partindo do potencial produtivo, económico e da disponibilidade e circulação dos produtos e produtores culturais nos mercados nacionais e internacionais. </span></em></p>
<p><em> <span class="fontstyle0">A concretização desse programa só é possível graças ao somatório de parcerias estratégicas estabelecidas ao nível do sector privado e da cooperação bi/ multilateral, que em muito contribui para a mobiliza- ção dos equipamentos necessários, para a deslocação de artistas e pensadores globais à Guiné-Bissau e para que as ações da Bienal possam ter a cobertura e divulgação necessárias.&#8221;</span></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-5126 alignleft" src="https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-ecra-2026-05-14-124915-242x300.png" alt="" width="279" height="346" srcset="https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-ecra-2026-05-14-124915-242x300.png 242w, https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-ecra-2026-05-14-124915-569x705.png 569w, https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-ecra-2026-05-14-124915.png 672w" sizes="auto, (max-width: 279px) 100vw, 279px" /><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5127 alignleft" src="https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-ecra-2026-05-14-125005-242x300.png" alt="" width="285" height="353" srcset="https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-ecra-2026-05-14-125005-242x300.png 242w, https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-ecra-2026-05-14-125005-570x705.png 570w, https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-ecra-2026-05-14-125005.png 677w" sizes="auto, (max-width: 285px) 100vw, 285px" /></p>
<p>O post <a href="https://bienalmoacbiss.org/venda-catalogo-da-bienal-moac-biss-2025/">VENDA &#8211; CATÁLOGO DA BIENAL MOAC BISS 2025</a> apareceu primeiro em <a href="https://bienalmoacbiss.org">Bienal MoAC B i s s</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>PROGRAMA OFICIAL &#8211; Colóquio sobre o Legado Político e Cultural de Mário Pinto de Andrade</title>
		<link>https://bienalmoacbiss.org/programa-oficial-coloquio-sobre-o-legado-politico-e-cultural-de-mario-pinto-de-andrade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fundação Bienal MoAC Biss]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 12:47:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos dias 25, 28, 29 e 30 de Maio, decorre em Lisboa o Colóquio em torno do legado intelectual, político e cultural de Mário Pinto de Andrade, figura central do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos dias 25, 28, 29 e 30 de Maio, decorre em Lisboa o Colóquio em torno do legado intelectual, político e cultural de Mário Pinto de Andrade, figura central do pensamento anticolonial africano, fundador do MPLA, ensaísta, etnógrafo, tecelão de redes transnacionais entre África, Europa e as diásporas negras. Para mais informações, <strong><a href="https://casadaculturagb.org/doc/programa-coloquio-mpa" target="_blank" rel="noopener noreferrer">descarregue aqui o programa completo do evento em PDF</a></strong> e <strong><a href="https://casadaculturagb.org/doc/livro-do-coloquio-sobre-legado-do-mpa" target="_blank" rel="noopener noreferrer">livro de resumos também em PDF aqui.</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-5122 aligncenter" src="https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/05/coloquio-240x300.jpeg" alt="" width="312" height="390" srcset="https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/05/coloquio-240x300.jpeg 240w, https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/05/coloquio-824x1030.jpeg 824w, https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/05/coloquio-768x960.jpeg 768w, https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/05/coloquio-1229x1536.jpeg 1229w, https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/05/coloquio-1200x1500.jpeg 1200w, https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/05/coloquio-564x705.jpeg 564w, https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/05/coloquio.jpeg 1280w" sizes="auto, (max-width: 312px) 100vw, 312px" /></p>
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		<title>CONVITE &#124; INAUGURAÇÃO DA MOSTRA DE MATERIAIS DIVERSOS &#8211; KAMINHUS DI ARTI</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fundação Bienal MoAC Biss]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 18:06:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-5115" src="https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/05/IMG_20260508_062341_517-241x300.jpg" alt="" width="241" height="300" srcset="https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/05/IMG_20260508_062341_517-241x300.jpg 241w, https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/05/IMG_20260508_062341_517-826x1030.jpg 826w, https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/05/IMG_20260508_062341_517-768x957.jpg 768w, https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/05/IMG_20260508_062341_517-566x705.jpg 566w, https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/05/IMG_20260508_062341_517.jpg 1027w" sizes="auto, (max-width: 241px) 100vw, 241px" /></p>
<p>A Fundação MoAC Biss tem o prazer de convidar o público guineense, jornalistas, associações culturais, criadores e produtores culturais, artistas e amantes de arte e cultura, para a inauguração da exposição <strong><b>Mostra de Materiais Diversos</b></strong>, no âmbito da residência artística <strong><b>Kaminhus di Arti – Memória, Produções e Movimento</b></strong>, no dia sábado, <strong><b>9 de maio</b></strong>, às 17h:00, na <strong><b>Tiniguena,</b></strong> <strong><b>Bissau.</b></strong></p>
<p>Assinalando os 50 anos da independência dos PALOP,<strong><b> “Kaminhus di Arti” </b></strong>propõe uma reflexão crítica e criativa sobre os caminhos decoloniais já trilhados e os futuros possíveis, convocando a arte como espaço de pensamento, memória e transformação.</p>
<p>Sob a curadoria de <strong><b>Bárbara Wahnon, Rita de Matos e Welket Bungué,</b></strong> e inspirada na figura do Djidiu — guardião da oralidade, da história e da transmissão da cultura — a residência artística de 3 semanas, desenvolve processos que cruzam performance, som, imagem, texto e artes plásticas, afirmando práticas artísticas enraizadas na relação com o território e com o coletivo.</p>
<p>A exposição apresenta os resultados deste processo, reunindo cinco artistas multidisciplinares — <strong><b>três artistas internacionais convidados </b></strong>com percurso consolidado, entre os quais, <strong><b>Kimi Djabaté</b></strong> (<em><i>Djidiu</i></em>, Músico, Guiné Bissau), <strong><b>Melissa Rodrigues </b></strong>(Artista visual, Arte-educadora, Artista performer, Cabo Verde) e <strong><b>António Tavares</b></strong> (Coreógrafo, Artista performer, Agitador Cultural, Cabo-Verde) e <strong><b>dois artistas nacionais emergentes e residentes na Guiné Bissau</b></strong>, selecionados através de uma open-call, entre os quais, a <strong><b>dupla Ismael Cassamá &amp; Idumo Ricardo L. Costa</b></strong> (Teatro, Artista performer, Dança) e <strong><b>Quimenaghalo Catinimbo</b></strong> (Artesã Têxtil, Artes Plásticas) — num diálogo intergeracional que atravessa linguagens, experiências e geografias.</p>
<p>Este projeto integra o programa de preparação da Bienal de Bissau 2027 e conta com o financiamento da Fundação Calouste Gulbenkian e apoio do Instituto Camões.</p>
<p>Contamos com a sua presença para celebrar este momento.</p>
<p><em><strong>A Equipa do Projeto Kaminhus di Arti</strong></em></p>
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		<title>COMISSÃO DE HONRA &#8211; BIENAL MOAC BISS 2027</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fundação Bienal MoAC Biss]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 12:16:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bienal]]></category>
		<category><![CDATA[MoAC Biss]]></category>
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Bienal de Arte e Cultura da Guiné-Bissau — MoacBis apresenta a Comissão de Honra da sua 2ª edição, reunindo um conjunto de personalidades de reconhecido mérito nas áreas da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-5102" src="https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/04/CdH1-240x300.png" alt="" width="240" height="300" srcset="https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/04/CdH1-240x300.png 240w, https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/04/CdH1-824x1030.png 824w, https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/04/CdH1-768x960.png 768w, https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/04/CdH1-564x705.png 564w, https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/04/CdH1.png 1080w" sizes="auto, (max-width: 240px) 100vw, 240px" /> <img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-5103" src="https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/04/CdH2-240x300.png" alt="" width="240" height="300" srcset="https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/04/CdH2-240x300.png 240w, https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/04/CdH2-824x1030.png 824w, https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/04/CdH2-768x960.png 768w, https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/04/CdH2-564x705.png 564w, https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/04/CdH2.png 1080w" sizes="auto, (max-width: 240px) 100vw, 240px" /></p>
<p>A Bienal de Arte e Cultura da Guiné-Bissau — MoacBis apresenta a Comissão de Honra da sua 2ª edição, reunindo um conjunto de personalidades de reconhecido mérito nas áreas da cultura, pensamento, investigação e criação.</p>
<p>Composta por escritores, investigadores, economistas, artistas e profissionais de diferentes geografias, a Comissão de Honra reflete a dimensão plural e transdisciplinar que orienta a Bienal. Os seus percursos e contributos, marcados por experiências diversas, acrescentam valor crítico e simbólico a este encontro internacional.</p>
<p>Mais do que uma instância representativa, a Comissão de Honra afirma-se como um espaço de convergência de visões e sensibilidades, contribuindo para o fortalecimento do posicionamento da Bienal enquanto plataforma de diálogo, reflexão e produção cultural contemporânea.</p>
<p>Ao integrar vozes provenientes de diferentes contextos, a Bienal MoacBis reforça o seu compromisso com a construção de pontes entre territórios, saberes e práticas, promovendo a cultura como ferramenta de pensamento e transformação social.</p>
<p><em><strong>Fundação Bienal MoAC Biss</strong></em></p>
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		<item>
		<title>NOTA DE IMPRENSA &#8211; Colóquio sobre o Legado Cultural e Político de Mário Pinto de Andrade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fundação Bienal MoAC Biss]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 08:18:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MoAC Biss]]></category>
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mário Pinto de Andrade foi uma das principais figuras das lutas pelas independências dos países africanos colonizados por Portugal. Com um percurso político e cultural notável, marcado por um compromisso [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-5094" src="https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/04/FLYER-BREVEMENTE-COLOQUIO-1-240x300.png" alt="" width="240" height="300" srcset="https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/04/FLYER-BREVEMENTE-COLOQUIO-1-240x300.png 240w, https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/04/FLYER-BREVEMENTE-COLOQUIO-1-824x1030.png 824w, https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/04/FLYER-BREVEMENTE-COLOQUIO-1-768x960.png 768w, https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/04/FLYER-BREVEMENTE-COLOQUIO-1-564x705.png 564w, https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/04/FLYER-BREVEMENTE-COLOQUIO-1.png 1080w" sizes="auto, (max-width: 240px) 100vw, 240px" /></p>
<p>Mário Pinto de Andrade foi uma das principais figuras das lutas pelas independências dos países africanos colonizados por Portugal. Com um percurso político e cultural notável, marcado por um compromisso revolucionário pan-africano que ultrapassava as fronteiras de Angola, país em que nasceu, publicou obras seminais sobre a cultura, a literatura e a história política da época de que foi um dos principais protagonistas.</p>
<p>A articulação entre luta política e criação cultural é central na sua obra. Como escreveu, em 1966, “<em>No clamor das armas que, nos nossos dias, rasgam a secular noite colonial, jovens poetas militam no próprio coração das matas. Realizam a necessária síntese entre o engajamento político e a necessidade inelutável de dizer o verdadeiro, o justo, o belo</em>.”</p>
<p>Deste modo, antecedendo a celebração do centenário do nascimento desta figura maior da “Geração de Cabral”, a Casa da Cultura da Guiné-Bissau (CCGB), a Associação de Amigos de Mário Pinto de Andrade e Sarah Maldoror, o Centro de Intervenção para o Desenvolvimento Amílcar Cabral (CIDAC), a Fundação Bienal MoAC Biss e o Centro de Estudos Internacionais-ISCTE unem-se para coorganizar um Colóquio de evocação do seu legado cultural e político, no espírito da intersecção entre cultura e política que sempre defendeu.</p>
<p><strong>DETALHES IMPORTANTES:</strong></p>
<p><strong><em>Evento</em></strong>: Colóquio sobre o Legado Cultural e Político de Mário Pinto de Andrade</p>
<p><em><strong>Objectivo Geral</strong></em>: proporcionar um espaço de reflexão em torno do legado cultural e político de Mário Pinto de Andrade, através de releituras das suas obras e de análises críticas do seu percurso enquanto militante revolucionário, com papel determinante no combate ao colonialismo português em África.</p>
<p><em><strong>Datas</strong></em>: 25, 28, 29 e 30 de Maio de 2026</p>
<p><em><strong>Locais</strong></em>: Centro de Intervenção para o Desenvolvimento Amílcar Cabral (CIDAC), Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (FDUL) e MBONGI 67 (Lisboa, Portugal)</p>
<p><strong><em>Conferência de abertura</em></strong>: Jean-Michel Mabeko Tali (Universidade de Howard, Estados Unidos da América) | <strong>Conferência de encerramento</strong>: Inocência Mata (Faculdade de Letras e Centro de Estudos Comparatistas da Universidade de Lisboa)</p>
<p><em><strong>Apoios</strong></em>: Maison des Mondes Africains, Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, Mbongi 67 &#8230;</p>
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		<title>SESSÃO DE LANÇAMENTO DA 2ª BIENAL MoAC BISS 2027 “DJIDIUNDADI – INTEMPORALIDADE E UTOPIAS”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fundação Bienal MoAC Biss]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 15:41:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bienal]]></category>
		<category><![CDATA[MoAC Biss]]></category>
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-5083" src="https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/04/lancamento-Bienal-MoAC-Biss-2027-240x300.jpeg" alt="" width="240" height="300" srcset="https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/04/lancamento-Bienal-MoAC-Biss-2027-240x300.jpeg 240w, https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/04/lancamento-Bienal-MoAC-Biss-2027-824x1030.jpeg 824w, https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/04/lancamento-Bienal-MoAC-Biss-2027-768x960.jpeg 768w, https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/04/lancamento-Bienal-MoAC-Biss-2027-564x705.jpeg 564w, https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/04/lancamento-Bienal-MoAC-Biss-2027.jpeg 1080w" sizes="auto, (max-width: 240px) 100vw, 240px" /></p>
<p>No dia 11 de maio realiza-se, em Bissau, o Lançamento da segunda edição da BIENAL de Arte e Cultura da Guiné-Bissau &#8211; MoAC Biss 2027. Nesta edição cujo lema é DJIDIUNDADI &#8211; INTEMPORALIDADE E UTOPIAS propõe-se uma reflexão profunda sobre o papel do artista (Djidiu) como guardião da memória, transmissor de conhecimentos e agente de transformação social. O conceito de djidiundadi é convocado enquanto exercício contínuo de transmissão intergeracional de saberes; de ligação à dimensão ancestral presente nos rituais de transição de classes de idade, tanto por via da música, como da performance. O papel do artista enquanto entidade que incarna uma continuidade histórica, ligando o presente às raízes profundas da civilização africana e aos seus sistemas próprios de conhecimento, é uma das dimensões a ser projetada.</p>
<p>Durante o evento proceder-se-á à apresentação dos resultados da Residência Artística “Kaminhus di Arti” e ao lançamento do Catálogo da Bienal MoAC Biss 2025. O programa da sessão inclui ainda a apresentação do teaser e do programa da 2ª edição da Bienal 2027; a apresentação dos primeiros cabeças de cartaz já confirmados, e contará com a intervenção dos representantes da Comissão de Honra, da Coordenação e dos Curadores.</p>
<p>—<br />
<strong><em>FUNDAÇÃO BIENAL MOAC BISS</em></strong></p>
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		<title>RESIDÊNCIA ARTÍSTICA KAMINHUS DI ARTI &#8211; 20 de abril a 11 de maio \ Bissau e Malafo</title>
		<link>https://bienalmoacbiss.org/residencia-artistica-kaminhus-di-arti-20-de-abril-a-11-de-maio-bissau-e-malafo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fundação Bienal MoAC Biss]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 20:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Kaminhus di Arti – Memória, Produções e Movimento é uma residência artística multidisciplinar que assinala os 50 anos da independência dos PALOP com uma proposta crítica e criativa sobre os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-5062" src="https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/04/convidados--240x300.jpeg" alt="" width="240" height="300" srcset="https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/04/convidados--240x300.jpeg 240w, https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/04/convidados-.jpeg 554w" sizes="auto, (max-width: 240px) 100vw, 240px" /><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-5063" src="https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/04/emergentes-241x300.jpeg" alt="" width="241" height="300" srcset="https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/04/emergentes-241x300.jpeg 241w, https://bienalmoacbiss.org/wp-content/uploads/2026/04/emergentes.jpeg 560w" sizes="auto, (max-width: 241px) 100vw, 241px" /></p>
<p><b><i>Kaminhus di Arti – Memória, Produções e Movimento</i></b><span style="font-weight: 400;"> é uma residência artística multidisciplinar que assinala os 50 anos da independência dos PALOP com uma proposta crítica e criativa sobre os caminhos decoloniais já trilhados e os futuros possíveis.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A residência toma como ponto de partida a figura do Djidiu — símbolo de continuidade histórica, guardião da memória e mediador poético transgeneracional — como metáfora conceptual e metodológica para investigar as independências dos PALOP. Por duas edições de 3 semanas, convidamos 3 artistas consagrados e de referência internacional, praticantes transdisciplinares nas áreas da performance, música, som, vídeo, instalação e investigação artística situada, para coabitarem neste espaço de criação com 2 artistas locais emergentes (individuais ou colectivos). Cada artista é convidado, com as suas ferramentas e linguagens, a interagir com a herança </span><i><span style="font-weight: 400;">Djidiu</span></i><span style="font-weight: 400;"> a nível formal, social e político.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em termos metodológicos, a Residência proporciona um laboratório de criação e reflexão baseado na escuta ativa, práticas éticas de investigação artística, educação entre pares e mentoria intergeracional. Ancorada em práticas interativas comunitárias entre os artistas participantes e as gentes e locais definidos para a investigação, a residência visa a exploração da performatividade da memória histórica formal, a subjetividade da memória individual e a consciência do corpo enquanto veículos que produzem epistemologias alternativas e de resistência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A curadoria conta com a direcção científica e artística de Welket Bungué, Rita de Matos e Bárbara Wahnon, em articulação com a Fundação Bienal MoAC Biss. O projecto enquadra-se no programa de preparação da Bienal de Bissau 2027, onde haverá uma mostra dos resultados, e conta com o apoio financeiro da Fundação Calouste Gulbenkian.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estão previstas duas Mostras de Arte abertas ao público, com os registos dos processos criativos dos artistas participantes, a acontecer no último dia de cada edição — Maio de 2026 e Fevereiro de 2027, respectivamente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O trabalho de pesquisa e criação será acolhido por diferentes espaços culturais parceiros, em Bissau (Tiniguena, Espaço Camões, Espaço Ur-Gente, Centro Cultural Netos de Bandim) e fora de Bissau (Mediateca Abotcha, em Malafo).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesta 1ª Edição da </span><b><i>Kaminhus di Arti – Memória, Produções e Movimento </i></b><span style="font-weight: 400;">que ocorre entre Abril e Maio deste ano, contamos excepcionalmente com 6 artistas, pois selecionámos um </span><i><span style="font-weight: 400;">duo</span></i><span style="font-weight: 400;"> de artistas emergentes de Bissau. Assim sendo, entre os participantes contamos com três artistas convidados de renome internacional, e três emergentes da Guiné-Bissau, sendo que, no total, quatro dos seis artistas são de nacionalidade guineense. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Eis os artistas participantes da 1ª Edição da Residência Artística KAMINHUS DI ART:</span></p>
<p><b>Melissa Rodrigues</b><b> (Cabo Verde, Portugal)<br />
</b><span style="font-weight: 400;">Melissa Rodrigues </span><span style="font-weight: 400;">é uma artista visual, curadora,</span> <span style="font-weight: 400;">performer,</span> <span style="font-weight: 400;">programadora,</span> <span style="font-weight: 400;">arte-educadora</span> <span style="font-weight: 400;">e investigadora luso-cabo-verdiana</span><span style="font-weight: 400;">, nascida na cidade da Praia em 1985 e com base de vida em Portugal. </span><span style="font-weight: 400;">Formada em Antropologia e em Performance Art, </span><span style="font-weight: 400;">a sua obra e pesquisa centram-se nas áreas da performance e cultura visual, com um foco específico na imagem e representação do corpo negro e das subjetividades negras afrodiaspóricas. </span><span style="font-weight: 400;">Colabora com artistas, espaços independentes e instituições culturais na criação e concepção de projetos de artes visuais e performativas. É co-fundadora da UNA – União Negra das Artes.</span></p>
<p><b>Kimi Djabaté</b><b> (Guiné-Bissau, Portugal)<br />
</b><span style="font-weight: 400;">Kimi Djabaté é um músico multi-instrumentista (guitarra, percussão, balafon) e djidiu (griot), </span><span style="font-weight: 400;">considerado um dos talentos mais excepcionais de África</span><span style="font-weight: 400;">.  Nascido em 1975 na tabanca de Tabató, no Leste da Guiné-Bissau, no seio de </span><span style="font-weight: 400;">uma família de </span><i><span style="font-weight: 400;">griots,</span></i><span style="font-weight: 400;"> é conhecido pela sua sonoridade única. As suas canções abordam temáticas sociais e humanas como a liberdade, a justiça social, os direitos das mulheres e das crianças, o combate à pobreza ou a importância da educação. Atualmente baseado em Lisboa, Djabaté já colaborou com artistas como Mory Kanté, Waldemar Bastos, Netos de Gumbé e mais recentemente com a estrela pop Madonna no single “Ciao Bella”.</span></p>
<p><b>António Tavares (Cabo Verde)<br />
</b><span style="font-weight: 400;">António Tavares é coreógrafo, bailarino, investigador, músico, desenhador e agitador cultural. Considerado uma das figuras-chave na história da dança contemporânea, defende que a dança, mais do que performance artística, é filosofia, política e utopia. Como bailarino do Grupo Mindel Stars, fez a sua primeira digressão internacional em 1986, atuou na Holanda, Senegal, França e Macau. Trabalhou com vários coreógrafos portugueses, desenvolveu o seu próprio trabalho seguindo uma linha de criação afro-contemporânea. Já partilhou palcos com criadores como Pina Bausch, Bebe Miller entre outros. Tem a seu cargo a direção artística do Centro Cultural do Mindelo e do espaço Bombu Mininu, na ilha de São Vicente, em Cabo Verde.</span></p>
<p><b>Quimenaghalo Catinimbo (Guiné-Bissau)<br />
</b><span style="font-weight: 400;">Quimenaghalo Catinimbo (28) é natural de Caiomete, na região de Cacheu, é artesã de têxteis e artista visual. Catinimbo constrói o seu percurso entre a formação como educadora, e a prática do artesanato, à qual se dedica desde 2020. O seu trabalho manual nasce do encontro entre criatividade, identidade e valorização dos saberes culturais da sua terra, afirmando o fazer artesanal como gesto de preservação, aprendizagem e expressão comunitária.</span></p>
<p><b>Ismael Gomes Cassamá &amp; Idumo Ricardo Lopes da Costa (Guiné-Bissau)<br />
</b><span style="font-weight: 400;">Ismael Gomes Cassamá (23 anos)  e Idumo Ricardo Lopes da Costa (24 anos) formam um duo artístico guineense cuja criação atravessa corpo, palavra e imagem. Formados pelo Ur-GENTE — Centro de Artes Cénicas Transdisciplinar de Bissau, apresentaram trabalhos no Festival Internacional de Teatro em Bissau, na Mostra Transborda em Almada (Portugal) e em Cassamance (Senegal). Idumo Ricardo foi distinguido em segundo lugar num concurso de artes plásticas financiado pela União Europeia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fiquem atentos e acompanhem tudo através dos nossos canais oficiais e das nossas redes sociais.</span></p>
<p><strong>A Equipa do Projeto KAMINHUS DI ARTI</strong></p>
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